CONTOS, ESTÓRIAS E OUTRAS SACANAGENS.





Resumo da última SEXTA VIP.

A sexta retrasada dia 10 foi muito ruim de público com a ameaça de greve da polícia porém nesta sexta dia 17 voltamos ao normal, e como voltamos!!!
Foi uma sexta daquelas pra ficar na memória.
Muita gente bonita e fantasiada, entrado no clima da festa e acompanhando o tema.
O concurso da melhor fantasia foi divertido porém estava faltando ousadia.
Kelly Andrade fez seu show e deu uma agitada na galera mas o ponto alto foi Quando o gogoboy entrou.
Nardan estava inspirado e lógico que a mulherada também estava no ponto.
Duas solteiras novinhas ficaram peladinhas no palco, um casal já começou a se pegar ali mesmo.
Ao terminar o show soltei o apagão e a orgia começou forte.
As novinhas eram Bissexuadas, queriam sexo e distribuíram para mulheres e solteiros.
Quinha estava como o diabo gosta e se refestelou com um solteiro amigo no terraço mesmo, na sequencia fomos pra cabine e um casal interagiu conosco, mas a Quinha queria mais e encontrou dois solteiros franceses, lutadores de MMA, muito bonitos, que arranhavam um inglês mixuruca.
Me comuniquei com eles em inglês mas a Quinha preferiu a linguagem do corpo e se acabou com os dois e no final ainda realizou a fantasia de um solteiro que queria ter orgasmos com pancadas na bolsa escrotal. (no saco mesmo).
Nenhum incidente, todos felizes, realizados e satisfeitos. Que venha a próxima sexta.



FALANDO DE NÓS - PARTE 2

Após a nossa primeira experiência começamos a conversar mais e buscar juntos as experiências. Deixou de ser um desejo só meu.
Numa dessas festas de sábado duas mulheres famosas no meio liberal que eram apoio da festa, sortearam umas camisas com kits de um site de relacionamento liberal bem conhecido.
A proposta era: Venha ao palco mostre os seios e receba o kit com a camisa.
A Quinha queria o kit e foi até o palco.
Uma música sensual foi posta e as três começaram a tirar a roupa. Nunca tive como fantasia ver mulheres se acariciando, mas confesso que aquele momento foi excitante.
A loira levantou a blusa dela e como um bebê recém-nascido começou a sugar seu seio esquerdo enquanto a morena apertava seus seios por trás para depois passar a frente e começar a sugar o outro seio.
A galera urrava de prazer e a Quinha muito envergonhada na época, terminou com o showzinho que rolava. Pegou seu kit e sentou-se ao meu lado para ali ficar até a hora de irmos embora.
Nessa época ela tinha dessas coisas, se algo não agradasse ou acontecesse qualquer coisa que na cabeça dela não estava como ela queria, ela travava e nada rolava.
Certa vez pedi para transarmos no dark room. Ela topou desde que fôssemos só nós dois.
Sentei na poltrona para que ela ficasse por cima de mim e eu pudesse ver as pessoas se aproximando.
Ela não tirou a roupa, apenas levantou o vestido e afastou a calcinha.
Em determinado momento passaram a mão na lateral de sua coxa, ela deu um pulo do meu colo e saiu correndo, desceu as escadas chorando, pegou a chave do carro e se trancou no mesmo.
Só conseguia entender entre os soluços ela dizendo que não era puta e que aquilo ali não era seu lugar.
Nesse momento pensei em não ir mais as festas liberais e esquecer esse desejo.





FALANDO DE NÓS - PARTE 1 

Temos 18 anos de casados e começamos a buscar novas aventuras com 14 anos de relacionamento.
No início, buscávamos apenas melhorar um casamento que ia muito mal.

Para tentar salvar nosso casamento passamos a ir a sex shops atrás de brinquedinhos e também fazíamos amor em locais públicos, nos exibindo para um transeunte qualquer até que uma amiga no trabalho me indicou um site de relacionamento adulto e descobrimos o SWING.
Muitos dizem que para se entrar no swing tem que ter um relacionamento forte e bem estabelecido acho que nós fomos exceção pois estávamos em vias de nos separarmos e a balada liberal salvou nosso casamento.

Começamos então a frequentar festas liberais. No início, muito reservados e receosos, íamos apenas para assistir aos shows das stripers e gogo boys e transar nas cabines ouvindo os sussurros e gemidos que se sucedem nos labirintos da vida.

Eu como fui o inventor da idéia swingueira estava sempre querendo mais e incentivando a minha esposa a querer mais.

Passamos um ano apenas entrando e saindo de cabines sem nada fazer de diferente.

Certa vez propus a ela transarmos no dark room com as pessoas ao redor e assim fomos.
Afastamos uma calcinha dali tiramos uma camisa acolá e começamos a nos beijar.
Ela montou em mim, levantou o vestido, retirou a calcinha e começou a esfregar-se loucamente no meu pênis já rijo.
Ela sussurrava em meu ouvido:
_Eles estão me olhando... Estão com o pau na mão se masturbando...
E eu dizia:
_ Relaxa... Só vão fazer algo se você permitir.

Mas um homem mais afoito passou a mão na parte lateral de sua coxa... Foi o suficiente para ela levantar e sair correndo pela porta do clube, entrar em nosso carro e cair em prantos.

Conversamos muito depois desse dia.

Ela achava que seria taxada de puta por dar vazão as suas fantasias e hoje em dia acho que ela estava mais preocupada com a minha cabeça patriarcal e machista de outrora.

Voltamos a frequentar os clubes, até que no seu aniversario resolvi fazer uma surpresa. Liguei para o promoter da festa e pedi para que colocasse um gogo boy para fazer uma dança para ela em seu aniversário no que fomos prontamente agraciados.
Chegamos ao clube, fomos como sempre bem recebidos e fiquei esperando a surpresa do dia pois ela nada sabia.
Começaram os shows, o gog boy dançou e nem perto da minha esposa chegou, eu pensei:
_ Deve ter muita gente pedindo, eles nem se lembram do aniversário dela.
Veio a Striper, fez a sua dança e quando já íamos levantar a promoter veio com um bolo, chamou minha esposa para cantar os parabéns e em seguida anunciou outro gogo boy especialmente para ela.
O rapaz fez suas performances e ao ficar só de sunga falou algo em seus ouvidos e só pude ver ela acenando positivamente com a cabeça.
Ela sentada de frente em uma cadeira, ele abriu as pernas sobre ela, retirou a sunga e colocou o pênis na direção de seu rosto.
Ela agarrou com vontade e começou a masturba-lo. Até ai já tinha visto acontecer com outras mulheres e estava tranquilo, mas depois de um minuto nessa posição, ela virou o rosto e sôfrega  abocanhou o membro em riste do dançarino que até se espantou. A promoter ao microfone urrava de alegria ao ver a cena se desenrolar.
Minhas pernas tremiam, não podia acreditar que a mãe das minhas filhas estava chupando outro homem na minha frente.
ERA UM MISTO DE TESÃO E APREENSÃO. E AGORA ??? ELA CHUPOU UM CARA !!! COMO VAI SER DAQUI PRA FRENTE???

O show acabou e imediatamente eu sai da boate para o corredor, precisava respirar...Com as mãos suadas e as pernas ainda trêmulas fomos para a cabine sem trocar uma palavra.
Entramos e sem querer a porta ficou entre aberta o que permitiu a entrada de um solteiro enquanto ela me chupava. o rapaz se colocou ao lado da gente com o pinto para fora da calça. Não fiz menção de retira-lo, nem ela que levemente começou a masturba-lo.
Depois de um tempo ela se virou e começou a alternar o sexo oral nos dois até que ele gozou e se retirou da cabine.
Fechamos a porta e terminamos o que havíamos começado.




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